Podemos afirmar sobre as práticas interpretativas no Barroco em relação à música vocal, que é curiosa a presença de um tipo específico de voz que era fruto de práticas de castração de um dos órgãos reprodutores masculinos, garantindo que mantivessem vozes agudas e desta forma pudessem atuar em espetáculos, assumindo personagens específicos. Hoje a prática não existe mais e dá lugar ao trabalho vocal que se apoia em aperfeiçoar o falsete, dando espaço ao que chamamos de contratenor.
Sobre a prática barroca descrita, estamos falando dos: