Nas fissuras agudas que não melhoram com o tratamento clínico e na fissura anal crônica, as opções cirúrgicas mais aceitas são:
esfincterotomia posterior interna; exérese de papila hipertrófica e plicoma sentinela; fissurectomia
estiramento instrumental do esfíncter; exérese da papila hipertrófica e plicoma sentinela; fissurectomia
esfincterotomia lateral interna; exérese de papila hipertófica e plicoma sentinela; escleroterapia térmica do leito da fissura
esfincterotomia lateral externa; exérese de papila hipertrófica e plicoma sentinela; escleroterapia térmica do leito da fissura
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