Quanto à decisão terapêutica de revascularização na isquemia crítica, assinale a alternativa correta.
A diretriz TASC recomenda a realização de derivação arterial com veia sempre que possível e independente da extensão do acometimento aterosclerótico.
Na diretriz SVS, há recomendação classe I para que pacientes portadores de Diabetes Mellitus sejam operados por revascularização aberta, independentemente da extensão da lesão angiográfica.
A extensão angiográfica definida pela diretriz GLASS é baseada no escore de Bollinger.
Pacientes com lesões angiográficas fêmoro-poplíteas > 20 cm em boa condição clínica e apresentando disponibilidade de substituto arterial adequado, são beneficiados pela derivação arterial.
O estudo BASIL comprovou que, no segmento fêmoro-poplíteo, os resultados de sobrevida livre de amputação são equiparáveis entre as derivações arteriais protéticas versus autógenas.
Olá, para continuar, precisamos criar uma conta! É rápido e grátis.