Conversar com quem está morrendo é uma atividade angustiante e paradoxal. A maioria das pessoas, profissionais ou familiares, deseja encontrar a coisa certa a ser dita, mas infelizmente parece que tal coisa não existe a priori. Além disso, a prática tem ensinado que a capacidade de ouvir tem sido mais importante que a capacidade de dizer.
Em relação ao manejo com o paciente em estado de terminalidade é importante que o psicólogo: