Um garoto norte-americano, em 1995, colocou a vida de 40 mil vizinhos em risco ao manipular produtos radioativos de forma imprudente. O jovem utilizou quatro elementos químicos: ele coletou tório (de lanternas); rádio (de relógios); trítio (de miras noturnas para armas) e lítio (que ele conseguiu ao comprar mil dólares em pilhas) para construir um reator nuclear caseiro. O tório, por exemplo, libera radônio, que é o gás mais denso de que se tem conhecimento. Quando inalado, sua desintegração radioativa pode causar sérios danos aos pulmões, e, além disso, os elementos gerados em sua desintegração são extremamente tóxicos.
(https://olhardigital.com.br/2022/12/08/ciencia-e-espaco/reator-nuclear-caseiro-coloca-mais-de-40-mil-pessoas-emperigo-entenda-os-riscos/. Adaptado)
O número de partículas alfa (α) e de partículas beta (β) que o isótopo tório-232 (\( _{90}^{232}Th \)) emite para gerar o isótopo radônio-220 (\( _{86}^{220}Rn \)), é, correta e respectivamente,