Um paciente de 78 anos de idade, divorciado e aposentado, chega à emergência apresentando síndrome hiperosmolar hiperglicêmica não cetótica que, após estabilização, evoluiu posteriormente para quadro de hipoglicemia.
A respeito desse caso clínico e considerando os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Os riscos atribuíveis à hipoglicemia secundária ao tratamento com insulina podem ser evitados ou minimizados com a implementação de algoritmos terapêuticos adequados, minimizando os erros de monitorização e evitando a hipercorreção da hipoglicemia com a finalidade de prevenir o dano neuronal secundário à hipoglicemia e à hiperglicemia de reperfusão.