Crianças com Paralisia Cerebral podem apresentar discrepância no comprimento dos membros inferiores, isso é muito marcante nos casos de hemiparesia espástica. Nessas crianças, é comum o uso de uma elevação no calçado ou o uso de palmilhas como conduta, visando evitar uma posição contínua de encurtamento do músculo tríceps sural, aumento do tônus e risco para escoliose. A avaliação do comprimento dos membros inferiores dessas crianças – visando a conduta de compensação – deve ser realizada, principalmente, em que posição?