Leia os textos que seguem, atentando para as divergências e convergências quanto ao conteúdo expresso:
Texto (1)

Texto (2)
|
PEC 241: Tudo sobre o teto de gastos
Sem ele, o desemprego explode e a pobreza dispara. A PEC do Teto exigirá sacrifícios mas provoca um debate realista sobre a economia no país
[...] Mas, afinal, qual será o impacto da PEC? É um remédio amargo e necessário? Ela tira dinheiro da Saúde e da Educação, pune o salário mínimo e beneficia os mais ricos? Como confiar na boa gestão de um Congresso tão mal-afamado? Pensando nas perguntas que surgiram de mais um debate entre posições extremas, ÉPOCA ouviu um time de respeitados especialistas em economia, saúde e educação para responder às perguntas. Confira, nas próximas páginas, 13 perguntas e respostas sobre a PEC 241.
O que acontece se o país não controlar rapidamente o gasto público?
Vai piorar a crise econômica. A recessão atual já é a mais grave da história, com 12 milhões de desempregados e queda de 7% do PIB entre 2015 e 2016. O país chegou a essa situação, em parte, porque o governo gasta muito mais do que arrecada. No ano passado, o buraco nas contas públicas foi de R$ 115 bilhões, o maior em 19 anos. Se o movimento não for contido, o governo ficará cada vez mais endividado. As consequências são juros em alta, ausência de investimento produtivo, eterna pressão por elevação de tributos e desemprego e desigualdade crescentes. Só neste ano, o rombo deve somar R$ 170,5 bilhões. Em cinco anos, o resultado anual das contas do governo antes do pagamento de juros, o superávit primário, caiu de um saldo positivo de 3,2% do PIB para um saldo negativo de 2,7% do PIB. A única fórmula com efeito rápido à disposição, no momento, é a PEC 241.
|
http://epoca.globo.com/tempo/noticia/2016/10/pec-241-tudo-sobre-o-teto-de-gastos.html
Após analisar a veracidade das proposições a seguir, indique a alternativa CORRETA:
I - Os textos I e II divergem quanto à linha argumentativa: em (I), a Pec 241 é vista como algo desastroso; em (II), como uma medida providencial.
II - Os textos I e II seguem linhas argumentativas similares, no sentido de admitir a necessária redução de gastos, estando a divergência apenas em relação à ênfase atribuída aos setores da saúde e educação.
III - Infere-se do texto I que a redução de verbas nas áreas de saúde e educação é uma medida necessária para conter a crise, embora, possivelmente, haja rejeição por parte da sociedade.
IV - Em II, infere-se que, apesar de não haver adesão à medida adotada pelo governo, há o reconhecimento de que os gastos públicos precisam ser contidos.
V - O texto I, ao contrário do II, aponta o descaso do governo em relação às áreas da saúde e educação.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Agente de Documentação e Digitalização
40 Questões
Motorista
40 Questões
Operador de Máquinas
40 Questões
Técnico Agrícola
40 Questões
Técnico de Enfermagem
40 Questões