Debates recentes sobre sustentabilidade no Brasil têm destacado como desigualdades históricas moldam a relação entre populações vulneráveis e decisões de uso da terra, especialmente em áreas sujeitas a pressões econômicas ou impactos climáticos. Comunidades tradicionais, povos indígenas e grupos urbanos precarizados enfrentam riscos distintos quando grandes empreendimentos ou mudanças ambientais alteram suas condições de vida. Ao mesmo tempo, avanços institucionais buscam ampliar a participação social e fortalecer instrumentos de proteção coletiva. Diante desses desafios, identifica-se como elemento central para consolidar a justiça socioambiental no país:
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