Poucas situações enfrentadas no processo clínico requerem tanta experiência do terapeuta ocupacional quanto o manejo e amadurecimento do vínculo entre o terapeuta e o paciente, quer no momento de elaboração, manutenção, quer na finalização desse processo, independente do segmento geracional do assistido. Tomando como referência Cavalcanti e Galvão (2007), é correto afirmar que