No livro Críticas da Estrutura da Escola (2017), de Vitor Paro, o autor levanta muitas questões e indica pontos relevantes e de atenção para os docentes. Leia as sentenças abaixo e assinale apenas a letra CORRETA.
O autor Vitor Paro esclarece que “No objeto de trabalho, o educando, mantém necessariamente sua condição de sujeito, não sendo, portanto, um objeto ativo que se deixa transformar, pelo trabalhador, em produto, como acontece na produção tipicamente capitalista.”
Para Paro, “Nas últimas décadas, a escola pública básica não tem experimentado a implementação de uma série de medidas visando à democratização de sua gestão.”
Segundo Paro, “Na tentativa de discutir a forma como se realiza o trabalho docente, com vistas a tornar a estrutura da escola adequada a uma prática escolar democrática, percebemos que o elemento mais conspícuo dessa discussão é, sem dúvida nenhuma, a especificidade do trabalho pedagógico”. Nesse sentido, para o autor, o trabalho docente deve se igualar ao trabalho na produção tipicamente capitalista.
Segundo Paro, “O trabalho do professor da escola fundamental é de constituição completamente diversa, a começar pela natureza do produto que se tem em mira realizar: um ser humano-histórico, cuja propriedade característica é sua objetividade”.
Conforme Paro, “O currículo é um dos aspectos que mostram mais enfaticamente como a escola tradicional tem privilegiado uma dimensão ‘conteudista’ do ensino, que enxerga a instituição escolar como mera ‘transmissora’ de conhecimentos e informações”. E, ainda, em Paro “... a relevância de se pensar em sua reformulação numa perspectiva mais ampla que contemple a formação integral do sistema de ensino”.
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