No estudo da psicopatologia e da saúde
mental, definir com precisão quais comportamentos ou vivências podem ser considerados “normais” é uma tarefa complexa, na
qual podem ser utilizados diferentes critérios, a depender dos objetivos e concepções
teóricas de profissionais e instituições. Por
exemplo, em determinados contextos, consideram-se anormais os fenômenos psíquicos pouco frequentes em uma população,
assim como os mais comuns, em termos
quantitativos, são considerados normais. Tal
critério denomina-se: