Texto para o item.
O piloto de um avião biturboélice, monoplano, asa baixa, cauda em T, com comandos de voo convencionais (aileron, profundor e leme), pressurizado, equipado com VHF, UHF, ADF, VOR, ILS, glide slope, DME, transponder (modo C), GPS e piloto automático, apresentou o plano de voo na sala AIS do aeródromo de partida (SBKP) para o aeródromo de destino (SBRJ), ambos habilitados para operação IFR. O plano de voo completo, do qual constavam dois aeródromos alternativos, previa a mudança de regras de voo instrumento de IFR para VFR. Na sala AIS, o piloto consultou os NOTAM e METAR dos aeródromos da rota. A situação do aeródromo de destino foi relatada como CAVOK. O piloto, antes de taxiar, recebeu informação de ajuste de altímetro e autorização com o código transponder. Realizou o taxi e a decolagem para o destino. Quinze minutos após ter nivelado a aeronave, e em condições IFR, identificou que estava com falha total de comunicação e, mesmo assim, prosseguiu para o aeródromo de destino. Cumpriu o plano de voo conforme o planejado, atingindo as condições visuais no nível 070, e pousou cinco minutos antes do horário previsto no plano de voo.
Com relação às características da aeronave, às situações meteorológicas e às autorizações enunciadas no texto, julgue o item subsequente.
O emprego da abreviatura CAVOK indica que, no aeródromo de destino, há visibilidade em extensão maior que 10 quilômetros, a base das nuvens mais baixas se encontra a 5.000 pés ou mais e não existem precipitações.
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Especialista em Regulação de Aviação Civil - Área 2
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