Azanha (Ideias 16) e Freire (1996) falam sobre autonomia na educação. Os dois autores tratam do tema sob a perspectiva da prática educativa. Enquanto o primeiro alerta para a decisão de consenso, que pode não ser a mais justa, porque pode suprimir divergências, às vezes legítimas, o segundo fala da prática docente como um exercício constante em favor da produção e do desenvolvimento da autonomia de educadores e dos educandos. Os dois autores reportam-se ao fato de que o exercício da autonomia não pode prescindir de valores