O primeiro texto (de João Ubaldo) e o segundo (de Pasquale Cipro Neto):
assemelham-se no tom irreverente com que tratam do mesmo tema.
aplaudem o recato dos portugueses na importação de modismos linguísticos.
explicam, tecnicamente, um equívoco linguístico do Comitê Paralímpico Brasileiro.
valem-se da expressão “complexo de vira-lata”, com propósitos bem distintos.
explicitam, com convicção, a origem da impropriedade linguística que analisam.
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