A ideia de “conflito” no sistema de cuidados à saúde foi amplamente desenvolvida na literatura sócio antropológica. Freidson (1970, citado por Alves, 2006, p. 1548) foi um dos grandes representantes da “teoria do conflito”. Pra ele, as diversas definições de doença, principalmente nas sociedades modernas, são determinadas por um sistema pluralístico de valores e princípios sociais. Dessas definições, duas delas são fundamentais, a da: