As políticas de educação superior no Brasil, sobretudo a partir dos anos 90, realçam a precisão de dilatar o acesso dos jovens a esse nível de ensino, por causa do alto contingente excluído do acesso para a universidade. Uma das formas de ampliar esse acesso, preconizadas por essas políticas, refere-se ao oferecimento de cursos de graduação noturnos. Neste sentido, instituições de educação superior devem ofertar, no período noturno, cursos de graduação nos mesmos padrões de qualidade mantidos no período diurno, sendo obrigatória a oferta noturna nas instituições públicas, garantida a necessária previsão orçamentária.