Relacione as colunas abaixo.
Coluna 1
1. Esse patógeno é a principal doença de Brassica oleracea var. capitata em épocas quentes e elevada umidade relativa. Inicialmente os sintomas aparecem nas folhas da saia, que são tomadas por um amarelecimento em forma de V com vértice voltado para o centro da folha, seguida de enegrecimento e secagem. A invasão sistêmica dos tecidos ocorre pelas nervuras principais e secundárias das folhas, dirigindo-se para o caule, raízes, cabeça e inflorescência (sementes). Pode ocorrer descoloração do tecido vascular, que adquire coloração marrom-clara a negra. Em casos extremos, as plantas murcham e morrem. Temperatura e umidade relativa elevadas favorecem a incidência desse patógeno.
2. Esse patógeno apresenta inicialmente pequenas manchas isoladas sobre a lâmina foliar de Allium cepa L. com dimensões de 1 por 3 mm, halos prateados, não esporulantes, permanecendo verde o resto do tecido. As manchas pequenas podem aumentar de tamanho, permanecendo isoladas, porém, quando em elevada densidade, causam a seca da folha. Em condições favoráveis, a doença causa a queima descendente da folha. A seca foliar acinzentada ocorre do ápice para a base da folha, tornando-se escura e repleta de esporulação, nas primeiras horas da manhã.
3. Esse patógeno causa danos aos brotos da batata-semente (Solanum tuberosum L.), impedindo-os de emergir, sobretudo em solos úmidos e frios. Podem também causar cancros aos brotos emergentes, estrangulando parcialmente as hastes, resultando em campos com falhas, desigualdade de crescimento, plantas débeis e, portanto, pouco produtivas. O desenvolvimento da planta é atrasado; pode ocorrer um “arrosetamento” geral ou do ápice da planta, necrose do tecido, acumulação de antocianina nas folhas e, às vezes, até formação de tubérculos aéreos.
4. Esse patógeno inicia os sintomas principalmente nos folíolos das folhas mais velhas de Solanum lycopersicum, provocando lesões circulares, escuras, medindo até um centímetro de diâmetro, com anéis concêntricos e halos grandes amarelos. Pode atacar o fruto na região do pedúnculo, provocando uma podridão negra semelhante à podridão apical. Temperatura e umidade relativa elevadas favorecem a incidência desse patógeno.
5. O patógeno causa galhas em Brassica oleracea var. italica, em qualquer idade da planta, principalmente na época da formação da cabeça. Os sintomas são parecidos com o ataque de nematoides; as galhas nas raízes das plantas atacadas são de maior tamanho do que as galhas de nematoides. As plantas atacadas por zoósporos crescem pouco e murcham nas horas mais quentes. O crescimento da planta é retardado e a folhagem fica com coloração cinza chumbo. A planta reage, formando raízes adventícias. Finalmente, as raízes apodrecem, pois os tecidos vasculares são degenerados. Os esporos sobrevivem no solo ativamente por 5 a 7 anos, na forma de esporos de descanso.
6. Esse patógeno causa lesões nas nervuras da face inferior das folhas de feijão de vagem (Phaseolus vulgaris L.), podendo expandir-se para o pecíolo. As lesões nas vagens apresentam-se na forma de cancros deprimidos, cujo centro, muitas vezes, encontra-se repleto de uma massa rosada de esporos, cujos bordos são salientes e escuros. Essas lesões podem fundir-se, tomando toda a área da vagem, deformando-se e comprometendo completamente a qualidade da semente. Temperatura amena e umidade relativa elevada favorecem a incidência desse patógeno.
Coluna 2
( ) Rhizoctonia solani
( ) Colletotrichum lindemuthianum
( ) Xanthomonas campestris
( ) Alternaria solani
( ) Botrytis squamosa
( ) Plasmodiophora brassicae
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.