Iamamoto (2009), ao analisar os espaços sócio- ocupacionais dos assistentes sociais, propõe reflexões sobre a condição desse profissional como trabalhador assalariado. A autora ressalta que se verificam tensões entre o projeto profissional que afirma o assistente social como um ser prático- social dotado de liberdade, capaz de realizar projeções e buscar implementá-las na vida social e a condição de trabalhador assalariado, cujas ações são submetidas ao poder dos empregadores e determinadas por condições externas aos indivíduos singulares. Nesse contexto, a estudiosa afirma que se reapresenta o clássico dilema entre: