Um recém-nascido, com 18 dias de vida, apresenta hiperemia, secreção purulenta ao redor do umbigo, com odor fétido e recusa alimentar. A avó relata que utilizou faixas e uma moeda na região da cicatriz umbilical, para que o umbigo não ficasse “para fora”. Na UBS próxima, o médico de família tranquilizou a mãe, informando que essa é a evolução natural do quadro devido à quantidade de álcool 70% utilizado no coto umbilical e que o bebê irá se recuperar, pois é somente uma virose. Qual é o diagnóstico e a conduta mais adequada inicial para o quadro, considerando que a conduta médica foi inadequada?