É correto afirmar que o gramático trata
da variação linguística conhecida como diastrática, isto é, associada aos diferentes estratos sociais, neste trecho: e esta particularidade ou se faz antre ofícios e tratos, como os cavaleiros que têm uns vocábulos e os lavradores outros, e os cortesãos outros, e os religiosos outros, e os mecânicos outros, e os mercadores outros [...].
das contingências históricas que promovem mudanças nas línguas, no fragmento: As dições usadas são estas que nos servem a cada porta (como dizem), estas, digo, que todos falam e entendem, as quais são próprias do nosso tempo e terra.
da necessidade de adequação da fala às situações de interação linguística, no segmento: E os homens da Estremadura são diferentes dos d’Antre Douro e Minho, porque assi como os tempos, assi também as terras criam diversas condições e conceitos.
do maior prestígio da variante padrão em relação às outras, em: E o velho, como tem o entender mais firme com o que mais sabe, também suas falas são de peso e as do mancebo mais leves.
dos diferentes níveis de articulação da língua, enfatizando os aspectos referentes à fonética e à fonologia no seguinte excerto: E quem não usa delas é desentoado, fora do tom e música dos nossos homens d’agora.
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