Lira I
Eu, Marília, não sou algum vaqueiro,
Que viva de guardar alheio gado;
De tosco trato, d’ expressões grosseiro,
Dos frios gelos, e dos sóis queimado.
Tenho próprio casal, e nele assisto;
Dá-me vinho, legume, fruta, azeite;
Das brancas ovelhinhas tiro o leite,
E mais as finas lãs, de que me visto.
Graças, Marília bela,
Graças à minha Estrela!(...)
Disponível:<http://www.biblio.com.br/defaultz.asp?linkhttp://www.biblio.c
om.br/conteudo/TomasAntonioGonzaga/mariliadedirceu.htm>.Acesso em
21 de junho de 2015.
Assinale a alternativa que apresenta apenas dígrafos consonantais.
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