Paciente 22 anos, tercigesta, secundípara, 31ª semana de gravidez. Chegou à emergência obstétrica referindo dor em
baixo ventre e perda de líquido amniótico. No cartão de pré-natal, observa-se: tipagem sanguínea A negativo;
Coombs indireto positivo e glicemia jejum de 200 mg% (todos realizados no 1º trimestre de gravidez). Ao exame
obstétrico: dinâmica uterina ausente; altura de fundo uterino de 30cm; pressão arterial de 100 x 60 mmHg; toque
vaginal, com colo fechado, longo e posterior e feto alto e móvel, bolsa das águas rotas com saída de líquido claro. A
ultrassonografia realizada no momento do atendimento revelou: percentil de peso para idade gestacional 89;
dopplervelocimetria com índice de pulsatilidade na artéria umbilical de 1,20 e na artéria cerebral média fetal de
2,10; pico sistólico da artéria cerebral média (ACM) fetal menor de 1,5 MoM para a idade gestacional; e maior
bolsão (MB) de 9,8cm.
Nesta paciente, o que MELHOR pode representar a causa ou consequência do valor do MB do líquido amniótico?
Nesta paciente, o que MELHOR pode representar a causa ou consequência do valor do MB do líquido amniótico?