Considere o trecho a seguir, do Sistema de Contas Nacionais, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (SCN/IBGE), sobre a economia brasileira no 1º trimestre de 2023.
“O PIB avançou 1,9% no primeiro trimestre de 2023, representando R$ 2,6 trilhões, sendo R$ 2,2 trilhões referentes ao valor adicionado (VA) a preços básicos e R$ 317,1 bilhões aos impostos sobre produtos líquidos de subsídios. No acumulado em 4 trimestres, o PIB expandiu 3,3% e, e pelo lado da produção, a agropecuária e os serviços exerceram as maiores contribuições: 1,4 p.p. e 1,8 p.p, respectivamente. Na ótica da despesa, a maior contribuição foi do consumo das famílias (2,2 p.p.), a Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) foi praticamente nula (0,1 p.p.), as exportações (7,0%) e as importações 2,2%. Diante do resultado do 1º trimestre, o carry-over para 2023 ficou em 2,5% – ou seja, caso permaneça estagnado nos próximos 3 trimestres, o PIB fechará o ano com alta de 2,5%.”
É correto afirmar que