CARNE E OSSO
Eu quero sim,
Eu quero coisas novas,
Mas o que eu procuro mesmo são mais vidas...
Eu grito sim,
Mas grito meu lirismo
E o meu grito vai sanar minhas feridas...
Eu quero coisas novas,
Mas o que eu procuro mesmo são mais vidas...
Eu grito sim,
Mas grito meu lirismo
E o meu grito vai sanar minhas feridas...
E a música, e a mística
Aplicam sangue novo no meu ser,
Calam minha dor...
E o lúcido, e o válido, e o sólido
Vão matar você que evita o seu amor
Aplicam sangue novo no meu ser,
Calam minha dor...
E o lúcido, e o válido, e o sólido
Vão matar você que evita o seu amor
Por isso eu vou
Trazer você comigo,
Programar o amor em seus computadores...
Vou mais além:
Eu morro, mas consigo
Germinar a minha flor em seus rancores
Trazer você comigo,
Programar o amor em seus computadores...
Vou mais além:
Eu morro, mas consigo
Germinar a minha flor em seus rancores
Nem dúvidas, nem dívidas
Jamais vão destruir a minha flor dentro de você...
Que cérebro, que máquina
Conseguem fazer mais que um grande amor dentro de você?
Jamais vão destruir a minha flor dentro de você...
Que cérebro, que máquina
Conseguem fazer mais que um grande amor dentro de você?
Saiba quem agride a minha lira
Quanto mais ferida, mais diz o que sente
Quanto mais ferida, mais diz o que sente
Ainda vou ouvir você dizer pra mim: eu amo sim!
Sou carne, sou osso, sou gente!
Sou carne, sou osso, sou gente!
No verso 03, o conectivo “mas” não poderia jamais ser substituído, sob pena de alteração semântica, por:
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