Desde o início dos anos 2000, está em curso no Brasil um modelo de desenvolvimento cujas bases, embora sob outras determinações, assentam-se no chamado nacional-desenvolvimentismo que orientou a economia dos países subdesenvolvidos no período de 1940 até meados da década de 1970, sob orientação da Comissão Econômica para a América Latina e Caribe (Cepal). Tal modelo, atualmente cunhado de neo-desenvolvimentismo, defende