Sobre o Projeto Terapêutico Singular (PTS) podemos afirmar, EXCETO:
O PTS como dispositivo de intervenção desafia a organização tradicional do processo de trabalho em saúde, pois pressupõe a necessidade de maior articulação interprofissional e a utilização das reuniões de equipe como um espaço coletivo sistemático de encontro, reflexão, compartilhamento e corresponsabilização das ações com a horizontalização dos poderes e conhecimentos.
A reavaliação do PTS, conduzida pelo técnico de referência, deve ser sistemática, agendada com a equipe e os familiares da pessoa cuidada.
No diagnóstico situacional identifica-se as necessidades, demandas, vulnerabilidades e potencialidades mais relevantes de quem busca ajuda.
Não é viável nem necessário elaborar um PTS para todas as pessoas atendidas em um serviço de Atenção Básica. Casos mais difíceis com maior gravidade e complexidade devem ser priorizados.
No PTS a revisão de prazos, expectativas, tarefas, objetivos, metas e resultados esperados e obtidos podem ajudar a manter o PTS ou introduzir e redirecionar as intervenções conforme as necessidades.
Olá, para continuar, precisamos criar uma conta! É rápido e grátis.