Na contemporaneidade, as políticas sociais têm colocado as famílias como foco central de sua atuação, contudo nota-se que
existe o risco de sobrecarregá-las de atribuições sem o apoio necessário, transferindo a responsabilidade para elas, ao mesmo tempo em que desresponsabiliza o Estado, obscurecendo os direitos das famílias.
as diretrizes do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) abdicam do papel da família para a formulação de políticas sociais que garantam o direito à vida e à saúde da criança e do adolescente.
essa centralidade é um dado recente na história das políticas sociais no país.
inexiste o risco de controle por parte do Estado com o objetivo de disciplinar e submeter os indivíduos a padrões e princípios morais.
a intervenção dessas políticas com ou nas famílias não fere o direito à privacidade e nem a proteção de seus membros.
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