Entre os indicadores a serem levados em consideração no processo de avaliação da assistência pré-natal, estão
a porcentagem de VDRL positivos em gestantes e recém- nascidos, em relação ao total de exames realizados; a porcentagem de mulheres que realizaram pré-natal em relação à população-alvo (número de gestantes na área ou previsto); a porcentagem de abandono do pré-natal em relação ao total de mulheres inscritas.
a distribuição das gestantes por trimestre de início do pré-natal (1º, 2º e 3º); a porcentagem de óbitos de mulheres em relação ao número de gestantes na área; a porcentagem de recém-nascidos vivos de baixo peso (menor de 2.000 g) em relação ao total de recém- nascidos vivos.
a porcentagem de mulheres que realizaram pré-natal em relação à população-alvo (número de gestantes na área ou previsto); a porcentagem de óbitos de mulheres em relação ao número de gestantes na área; a porcentagem de óbitos de menores de um ano em relação ao total de recém-nascidos vivos.
a porcentagem de abandono do pré-natal em relação ao total de mulheres inscritas; a porcentagem de recém- nascidos vivos de baixo peso (menor de 2.400 g) em relação ao total de recém-nascidos vivos; a porcentagem de crianças com tétano neonatal em relação ao total de recém-nascidos vivos.
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