Ainda que não tomem~ consciência disso, nossos pertences trabalham duro por nós, desempenhando seus respectivos papéis todos os dias para nos ajudar. Da mesma forma que gostamos de chegar em casa e relaxar, nossas coisas suspiram de alívio ao voltar para o lugar a que pertencem. Dá para notar a diferença: quando tratamos nossos pertences com gratidão, eles duram mais e se tornam mais vibrantes.
KONDO, Marie. A mágica da arrumação. Rio de Janeiro: Sextante, 2015. (fragmento)
No trecho ocorre o predomínio de uma figura de linguagem chamada de:
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