O eucalipto foi eleito, no começo do século XX, a madeira ideal para arder nas marias-fumaças da Companhia Paulista de Estradas de Ferro, em uma época em que o PIB brasileiro viajava de trem. Deu tão certo que, até a década de 80 daquele século, ainda se davam incentivos fiscais no país a quem derrubasse floresta para plantá-lo. Hoje ele é questionado por muitos, e leva a fama de muita coisa errada feita em seu nome. Em um livro escrito recentemente para desagravá-lo, consta que, em Alegrete, o eucalipto está servindo para deter a desertificação das pastagens gaúchas, que o vento ia soterrando na areia.
Internet: <www.arruda.rits.org.br> (com adaptações).
A respeito das informações e temática presentes no texto, julgue o item que se segue.
A decisão sobre a liberação de experimentos planejados com eucaliptos geneticamente modificados cabe à CTNBio, mas os detalhes da norma para a realização dos experimentos, tais como a largura da faixa de contenção de transgenia ou a distância dos apiários, devem ser decididos, posteriormente, após consulta ao IBAMA, por meio de portaria ministerial do MMA.