Segundo Weisz (2002), “Nos últimos anos temos visto um aumento significativo das discussões sobre formação continuada de professores e uma oferta cada vez maior de ações de formação em serviço, tanto nas redes públicas quanto nas particulares de ensino. O que há por trás disso não é a ideia de que o professor não tem competência para fazer o seu trabalho, mas uma mudança na compreensão do seu papel.” Weisz afirma que “A discussão que ocorre atualmente em muitos países sobre o que deve ser a formação de professores inclui a questão da formação permanente, que envolve um trabalho de reflexão e estudo por parte do professor – como se exige hoje, aliás, da maior parte das outras profissões”. O que Weisz defende é que, nesse processo de formação continuada, ocorra uma “reflexão sobre a prática” (ideia advinda de Paulo Freire), a qual envolve, segundo ela, “Práticas que vão desde a troca de ideias e sugestões de atividades entre professores à produção de relatos reflexivos sobre a prática realizada, até o que temos chamado de