Magnoli (2003) contradiz muitos teóricos das Relações Internacionais e da Geopolítica que advogam que a atual fase da globalização seria o fim do Estado-Nação. Leia o trecho adiante em que o próprio autor destaca os argumentos usados em favor desta tese de epílogo do Estado- Nação:
“Os fluxos de mercadorias e capitais, os mercados financeiros globais, as estratégias mundiais das grandes corporações - tudo isso, potencializado pela "revolução da informação", estaria dissolvendo as fronteiras econômicas do Estado. A soberania nacional teria se transformado numa quimera, no momento em que as forças da economia mundial esculpem a "aldeia global". A configuração de blocos econômicos supranacionais e, destacadamente, a União Econômica e Monetária na Europa - parece ilustrar decisivamente a tese de que o velho e bom Estado-Nação sofre de senilidade avançada”.
(MAGNOLI, Demétrio. Globalização, Estado Nacional e espaço mundial. Ed. 2. São Paulo: Editora Moderna, 2003, p. 51)
Desta forma, assinale a alternativa que defende a importância estratégica da existência do Estado- Nação atualmente: