Magna Concursos
73157 Ano: 2011
Disciplina: Arquitetura
Banca: FCC
Orgão: INFRAERO
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O entendimento da arquitetura moderna brasileira não é completo se não considerar a obra do arquiteto Sérgio Bernardes (1919-2002). Observe abaixo imagens de seu projeto para o Rio de Janeiro do Futuro, publicadas em número especial da Revista Manchete na década de 1960, e considere a seguinte afirmação do arquiteto:

Habitar é colateral ao trabalho. Colateralidade é, porém, diferente de justaposição. Colateralidade significa, para nós, rapidez e facilidade de acesso. Decorre de um planejamento orgânico e não de uma ambição especulativa. [...] Todos sentimos que a horizontalidade gigante e a verticalidade tímida agravaram os problemas urbanos da habitação, pela predominância do interesse individual sobre o bem comum.

Enunciado 3455921-1

Copacabana terá quatro bairros verticais, todos com vistas para o mar e para o verde.

Enunciado 3455921-2

O rio entrará na civilização do lazer com 45 centros culturais.

Enunciado 3455921-3

O desenvolvimento do centro comercial da cidade é celular e sua conexão é feita por calçadas móveis.

Enunciado 3455921-4

Cada pilar da ponte servirá de cais para seis navios

Considerando os princípios urbanísticos contidos nesse pensamento, verifica-se que Sérgio Bernardes acreditava que

I. cada proprietário de lote é um especulador em potencial.

II. a administração pública, na prática, vem-se abstraindo do bem comum para prolongar um direito privado dentro de uma estrutura que exige solidariedade comum.

III. o crescimento das cidades tem de ser pensado como uma célula gigante, como um aglomerado de células que cresce indefinidamente de maneira orgânica.

IV. a cidade jardim como um sinônimo de ecocidade, consistindo em uma célula autônoma cercada por um cinturão verde num meio-termo entre campo e cidade, é uma solução para o problema da habitação.

Está correto o que se afirma em

 

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