O ready-made duchampiano é:
uma prática artística inventada por Marcel Proust, que desloca o objeto do museu para o cotidiano escrito e gráfico, repensando seu processo de construção e questionando a fragilidade da rotina
algo inteligente e interessante, mas que usa o objeto como eixo de transformação do ser, da arte e do mundo e do seu eixo conceitual, fazendo com que o modo pictórico se construa lentamente diante dos olhos do espectador
algo que vai e volta dentro do próprio conceito e na vertente cerebral que se descortina. Parte de diversos eixos e estabelece imbricadas relações casuais entre os fatores de compreensão do objeto de arte e da experiência estética a partir da perspectiva do maneirismo
uma questão estética que, embora parta do objeto, não diz respeito inteiramente a este. Ou seja, sua questão nasce no objeto, mas abandona-o para reverberar em outros eixos, levantando outras questões. Em certo sentido, pode-se considerar que o objeto ready-made é apenas a mola propulsora da reflexão que provoca
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