“(...) Os princípios do pensamento histórico, determinantes da história como ciência, não são recuperados com clareza na pesquisa e na historiografia. Eles estão mesclados num mundaréu de formas de pensar a história, de abordagens metódicas, apresentações historiográficas, intenções e finalidades veladas ou explícitas, não raro controvertidas – em suma, em uma grande diversidade de manifestações empíricas. Não se conseguirá extrair delas os princípios teóricos sem decisões normativas sobre o que lhes é típico e indispensável, sobre o que é importante ou não, sobre o que é mais ou menos bem sustentável”. (RÜSEN, Jörn. Razão histórica. Teoria da história: os fundamentos da ciência histórica. Tradução de Estevão de Rezende Martins. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 2010, p.20).
Sobre as formas do pensamento histórico e a questão da história como ciência, conforme suscita Jörn Rüsen, é correto afirmar que: