Em relação aos adenomas hepáticos, é correto afirmar:
Histologicamente, adenomas possuem ductos biliares e células de Kupffer, e contêm hepatócitos pobres em glicogênio.
Os adenomas hepáticos são neoplasias sólidas benignas do fígado. Eles são mais comumente vistos em mulheres na pós-menopausa com mais de 50 anos de idade e são tipicamente múltiplos, embora adenomas solitários também possam ocorrer.
O uso de anticoncepcionais contendo estrogênio, incialmente tido como fator causal na maior parte dos adenomas, não tem influência nenhuma no surgimento deste tipo de lesão.
A diferenciação entre adenoma e hiperplasia nodular focal é muito importante, porque a hiperplasia nodular focal tem risco de sangramento e malignização requerendo cirurgia, enquanto nos adenomas a conduta é conservadora.
O novo agente de contraste para ressonância magnética, gadobenato dimeglumina, é eliminado por excreção renal e biliar. Portanto, as lesões hepáticas que contêm hepatócitos com mecanismo de excreção biliar intacto são facilmente distinguidas de lesões que não os tem. Este agente de contraste melhorou a capacidade de diferenciar o adenoma hepático de hiperplasia nodular focal com alto grau de precisão
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