As discussões a respeito da perda de vitalidade em centros históricos promovem amplos debates. Argumenta-se que o processo de expansão das cidades brasileiras ao longo do século XX ou produziu a estagnação dos centros antigos devido ao surgimento de novos centros ou promoveu a destruição do patrimônio arquitetural remanescente e a substituição das atividades que garantiam sua sobrevivência. A respeito dos centros históricos, é correto afirmar que