Em uma emergência, a necessidade de uma ação
medicamentosa rápida e completa é primordial. Para isso,
o profissional de saúde escolhe uma via de administração
que permite que o fármaco seja introduzido diretamente na
corrente sanguínea, evitando as barreiras de absorção do
trato gastrointestinal e o metabolismo de primeira passagem
no fígado. Dessa forma, a totalidade da dose administrada fica
imediatamente disponível para atuar nos tecidos-alvo. Essa
característica confere à via de administração intravenosa uma
propriedade farmacocinética fundamental, definida como: