A insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas.
Sua ausência ou deficiência no organismo, quando não tratada,
manifesta-se sob a forma de diabetes. Para suprir essa falta,
utiliza-se a insulina artificial, que pode ser produzida
industrialmente a partir do pâncreas suíno ou de
microrganismos modificados geneticamente. O método
tradicional de produção da insulina artificial utiliza o pâncreas
suíno como matéria-prima, porém são necessárias toneladas de
pâncreas para suprir a demanda. A utilização de
microrganismos modificados geneticamente iniciou-se em
2000 com uma metodologia desenvolvida na Universidade de
Brasília (UnB). Patenteada, a nova técnica consiste em
introduzir na bactéria E. coli o gene da pró-insulina humana,
precursor da insulina ativa, de forma que esta passe a produzir
o hormônio em grandes quantidades. Nos dois casos de
obtenção, são ainda utilizados processos industriais, como
fermentação, processamento e purificação do precursor para
obtenção de insulina recombinante ativa, no caso da utilização
de microrganismos modificados geneticamente, ou
congelamento e moagem do pâncreas e adição de uma solução
alcoólica para extração do hormônio seguida de várias etapas
de filtração e evaporação do álcool, entre outros processos, no
caso de obtenção a partir do pâncreas suíno.

Considerando as informações do texto acima, julgue os itens
de 98 a 102.
Para se considerar que um organismo foi modificado por meio da engenharia genética, ele deve conter inserção de gene ativo proveniente de outra espécie.Sua ausência ou deficiência no organismo, quando não tratada,
manifesta-se sob a forma de diabetes. Para suprir essa falta,
utiliza-se a insulina artificial, que pode ser produzida
industrialmente a partir do pâncreas suíno ou de
microrganismos modificados geneticamente. O método
tradicional de produção da insulina artificial utiliza o pâncreas
suíno como matéria-prima, porém são necessárias toneladas de
pâncreas para suprir a demanda. A utilização de
microrganismos modificados geneticamente iniciou-se em
2000 com uma metodologia desenvolvida na Universidade de
Brasília (UnB). Patenteada, a nova técnica consiste em
introduzir na bactéria E. coli o gene da pró-insulina humana,
precursor da insulina ativa, de forma que esta passe a produzir
o hormônio em grandes quantidades. Nos dois casos de
obtenção, são ainda utilizados processos industriais, como
fermentação, processamento e purificação do precursor para
obtenção de insulina recombinante ativa, no caso da utilização
de microrganismos modificados geneticamente, ou
congelamento e moagem do pâncreas e adição de uma solução
alcoólica para extração do hormônio seguida de várias etapas
de filtração e evaporação do álcool, entre outros processos, no
caso de obtenção a partir do pâncreas suíno.
Considerando as informações do texto acima, julgue os itens
de 98 a 102.