Ana e Júlia fundaram uma escola profissionalizante, que após quinze anos de muito trabalho, já estava com oitenta funcionários e era a maior escola da região. Durante todos esses anos, Ana sempre cuidou da programação de cursos e Júlia da parte administrativa. Os anos se passaram, ambas casaram-se e seus maridos tornaram-se sócios da escola e passaram também a participar da administração. Embora a empresa estivesse bem controlada e seus cursos fossem reconhecidos, era notório que a ordem de um sócio era logo substituída pela de outro sócio, gerando um desconforto entre os funcionários que estavam constantemente sem saber a quem obedecer, caracterizando um problema .