Amplamente utilizados na medicina, os isótopos radioativos produzidos artificialmente podem ser escolhidos de modo a emitir a energia e o tipo de radiação desejada, bem como ter uma meia-vida mais curta e uma atividade mais elevada. Assim, um determinado elemento químico pode ter vários isótopos. O ouro, por exemplo, tem 30 isótopos, sendo que apenas um não é radioativo. Em relação aos isótopos, é correto afirmar que são nuclídeos: