Segundo Paulo Dalgalarrondo (2019), existe uma condição caracterizada pela alteração da sensopercepção pela qual o paciente percebe a experiência alucinatória como estranha a sua pessoa e é imediatamente criticada pelo sujeito, reconhecendo seu caráter patológico. Nessa condição, embora o paciente veja a imagem ou ouça a voz ou o ruído, está ausente a crença que o alucinado tem em sua alucinação, na realidade plena dela. O indivíduo permanece consciente de que aquilo é um fenômeno estranho, patológico, não tem nada a ver com sua pessoa. Essa condição é chamada corretamente de