Considere o texto abaixo para responder à questão.
Paciente, 52 anos de idade, DRC em hemodiálise há cinco anos, é submetida ao transplante renal de doador falecido, 55 anos de idade, TCE por acidente automobilístico, PRA negativo, haplo idêntico, tempo de isquemia fria de 28 horas. Realizada imunossupressão com basiliximab, tacrolimus, micofenolato de mofetila e prednisona. Após 48 horas de transplante renal, permanecia anúrica, evoluindo com hipercalemia, elevação das escórias, hipervolemia e necessidade de hemodiálise.
Após uma semana de transplante renal, a paciente permanecia anúrica e dependente de hemodiálise. Os exames de imagem descartaram complicações cirúrgicas como: hematoma, fístula urinária ou trombose vascular. Optou-se por realizar biopsia renal que evidenciou dilatação dos túbulos proximais, interstício com edema discreto, vacuolização não isométrica das células tubulares. Pesquisa de C4d negativa.
O diagnóstico mais provável é