Na segunda estrofe, o eu lírico se vale de
uma paródia, para atualizar um sentimento típico do romantismo nacionalista.
uma paródia, para aliviar o peso nacionalista de nossa formação literária.
intertextualidade, para ironizar o que considera um sentimento decadente do século XIX.
intertextualidade, para comprovar a superioridade de sua linguagem modernista.
uma paródia, para ironizar o excesso de saudosismo dos primeiros modernistas.
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