LIBÂNEO (2001), na obra Organização e gestão da escola: teoria e prática, propõe que as escolas e os professores não façam uso sexista da linguagem corrente. Como por exemplo, evitar o uso de termos masculinos como tendo abrangência universal -o homem, o aluno, o cidadão, os pais- ou de expressões que ocultam o lugar da mulher -"ela porta-se como homem", "relação do homem com a ciência", "inteligência do homem e dos outros animais".
A proposta descrita acima tem relação com a: