Com o lançamento dos Parâmetros Curriculares Nacionais (Brasil, 1997), começa a veicular entre os profissionais da educação o conceito de “Pluralidade Cultural”, hoje difundido como “Diversidade”. Os dois conceitos tratam da preocupação com o valor inerente à cultura de cada indivíduo, suas necessidades e até mesmo limitações, a fim de proporcionar, a um público extremamente heterogêneo, oportunidades de aprendizagem condizentes com suas particularidades. Dentro deste contexto podemos dizer que:
I. A escola tem o papel de incentivar a harmonia e o respeito mútuo, mesmo quando se tratar de indivíduos que divergem eu seu modo de pensar;
II. As limitações de um estudante não deve ser empecilho para a aquisição de conhecimentos nem para sua socialização no ambiente escolar;
III. A educação, como meio de transmissão de conhecimento, deve sempre adotar uma postura imparcial diante das posturas, necessidades e culturas divergentes entre os estudantes.
Nestas afirmações temos: