Para SUKIENNIK, as questões de limite tornam-se solucionáveis se, destituídos da postura perfeccionista ou superior, o adulto puder encarar o não como algo que não necessariamente é contra a criança, mas que poderá ser favorável a seu desenvolvimento mais adequado, embora ela ainda não o possa compreender e tolerar. Nessas circunstâncias, o que se faz necessário é: