A Aliança Mundial para a Segurança do Paciente, desde a sua criação em 2004, tem elaborado programas e diretrizes que visam sensibilizar e mobilizar profissionais de saúde e a população para a busca de soluções que promovam a segurança do paciente. Dessa forma, de acordo com a cartilha “10 Passos para a Segurança do Paciente”, elaborada pelo COREN SP, devemos estar atentos às formas de identificação do paciente, em que se deve
I– nfatizar a responsabilidade dos profissionais de saúde na identificação correta de pacientes antes da realização de exames e procedimentos cirúrgicos.
II– incentivar o uso de pelome nos dois identificadores (ex.: nome e data de nascimento) para confirmar a identidade de um paciente na admissão, transferência para outro hospital e antes da prestação de cuidados.
III– utilizar idade, sexo, diagnóstico, número do leito ou do quarto para identificar o paciente.
IV– desenvolver formas para distinguir pacientes com o mesmo nome.
V- confirmar a identificação do paciente na pulseira, na prescrição médica e no rótulo do medicamento/hemocomponente, antes de sua administração.