Corrigir defeitos genéticos nos embriões: a ciência nos limites da ética
Há décadas, cientistas buscam criar um método seguro, eficaz e eticamente aceitável para tratar as doenças genéticas.
Salmo Raskin. 2018.
Clonagem humana
Em 2002, de um dia para o outro, ficou famosa a empresa Clonaid e sua principal cientista, a francesa Brigitte Boisselier, que chocaram o mundo ao anunciar “o nascimento” do primeiro clone humano, um bebê a quem foi dado o nome de Eva. Na mesma época e usando a mesma estratégia da “fama instantânea a qualquer preço”, o até então desconhecido médico italiano Severino Antinori anunciou ter feito três clones humanos, dizendo que as crianças cresciam bem em países do leste Europeu, recusando-se a dar mais detalhes. Ainda, o Dr. Panayiotis Zavos, médico norte-americano da área de reprodução humana, revelou que ele havia transferido um embrião recém-clonado para uma mulher de 35 anos de idade.
Diante dessas manifestações, os três ganharam grande notoriedade na comunidade científica e na sociedade como um todos, mas nunca houve provas de que falavam a verdade e pouco se fala hoje sobre os clones humanos que eles propagandearam terem criado.
Internet: <https://veja.abril.com.br> (com adaptações).
Utilizando os textos acima apenas como referência inicial, julgue o item acerca da ética e da moral.
A ética pode impor limites à ciência e, consequentemente, a preservação do bem comum para a humanidade.